Você está aqui: Capa > Comportamento > Dicas De Psicólogos Para Conviver Com Gente Dificil

Dicas De Psicólogos Para Conviver Com Gente Dificil

Psicólogos Mostram Como Conviver Com Pessoas Difíceis

Por Raphaela Perin

Pessoas Difíceis

Pessoas Difíceis

Existem pessoas que são muito fáceis de conviver, enquanto há outras que são muito complexas. De comportamento difícil e personalidade marcante, este segundo grupo de pessoas pode causar uma confusão a qualquer momento e sem motivo justificável, fazendo com que as pessoas ao seu redor tenham algumas reticências para conviver com elas.

No entanto, de vez em quando, é quase obrigatório estar perto de pessoas difíceis. Elas podem pertencer à nossa família, ser um amigo de infância ou alguém muito legal de ficar perto – quando não exagera no seu comportamento, é claro. Mas como conviver com este tipo de pessoa? O que devemos fazer e como identificar que determinada pessoa tem um comportamento difícil? Psicólogos dão dicas de como tirar o melhor proveito dessa situação.

Comportamentos

As pessoas difíceis podem estar presentes em qualquer lugar: em casa, no trabalho, na faculdade, etc. Basicamente, estas pessoas podem se enquadrar como mimados, controladores, bullies, fracassados, desleixados e maníacos por limpeza. Cada um destes tipos tem características diferentes e é importantes conhecê-las para saber lidar com elas.

Os mimados são as pessoas que possuem comportamentos teatrais e narcisistas e que são superficiais e dependentes. Estas pessoas costumam utilizar dos sentimentos de culpa e pena para conseguirem obter tudo o que desejam. De maneira geral, estas pessoas ocupam todo o tempo das pessoas com quem convivem e podem provocar problemas emocionais e financeiros a esta vítima. Para lidar com os mimados é importante saber impor limites e não se importar com as reclamações dos mesmos.

Os controladores são pessoas que gostam de mandar, autoritárias e, na maioria das vezes, ciumentas. Costumam seduzir as suas vítimas para conseguirem o que querem. Como consequência, podem fazer as suas vítimas ficarem com baixa autoestima, com ressentimento e sem o controle de suas vidas, porque precisam sempre saber o que o controlador quer fazer. Para solucionar o problema, o melhor é não encorajar estas atitudes dos controladores e não ser passivo.

Os bullies, como o nome da categoria indica, são pessoas que gostam de humilhar e podem até apelar para a violência para atingirem os seus objetivos. Geralmente, são pessoas egocêntricas. Os bullies podem causar baixa autoestima em suas vítimas e até lesões corporais em casos mais graves. Para não ser influenciada por este tipo de pessoa, o indicado é não acreditar nas promessas de que a pessoa vai melhorar. Além disso, se a situação ficar muito complicada, o melhor é evitar ter qualquer tipo de contato.

Pessoas Difíceis

Pessoas Difíceis

Os fracassados são pessoas imaturas, que conseguem impedir o próprio sucesso e agem de maneira masoquista e autopunitiva. Geralmente, as pessoas que têm contato com os fracassados ficam tentando ajudar, mas não conseguem e, por isso, elas sentem-se frustradas e culpadas. Portanto, o recomendado é aconselhar e conversar com o fracassado, mas não esperar que ele mude radicalmente de atitude, porque isso só vai acontecer quando ele quiser.

Por último, os desleixados e os maníacos por limpeza podem ser enquadrados em apenas uma categoria. Apesar de as atitudes serem contraditórias, as pessoas que se encaixam em algum destes tipos ou são extremamente bagunceiras ou extremamente perfeccionistas. Ambas as atitudes são negativas e podem prejudicar muito a relação de quem convive com os desleixados e os maníacos por limpeza. Neste caso, a melhor atitude é conversar e tentar chegar a um consenso. Se a pessoa não aceitar ser mais moderada, a dica é tentar aceitá-la como ela é e suportar a irritação.

Vale lembrar que os fracassados, os desleixados e os maníacos por limpeza não são pessoas que trazem malefício às outras, mas não devem ser ignorados, porque os seus comportamentos são complicados e podem “minar” as relações sociais.


Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*